Quem somos

Já fazem alguns anos que começamos a ver muitas pessoas emigrarem para o Brasil em busca de oportunidades. Entre esses grupos de pessoas podemos destacar os Haitianos e os Senegaleses. Embora no Haiti e no Senegal tenha-se o francês como língua oficial, sabemos que a língua do coração dos dois povos não é o próprio francês. No Haiti fala-se o Crioulo do Haiti (ou Crioulo Haitiano) e, na sua maioria, no Senegal fala-se o Wolof (ou Uolofe).

Como o próprio nome do diz, o foco deste site site é o idioma falado pela maior parte da população Senegalesa, o Wolof. Pensando nisso, um grupo de voluntários religiosos, os quais são os mantenedores deste site, decidiu criar material para auxiliar os Senegaleses a aprenderem o português e para os falantes da língua portuguesa aprenderem a se comunicar em Wolof.

Nosso grupo de voluntários encontra-se em Caxias do Sul, uma cidade na região Sul do Brasil. Segundo alguns dados, há milhares de Senegaleses morando na cidade. Já por alguns anos nosso grupo de voluntários vem ensinando e auxiliando os senegaleses na região, não só no que tange a religiosidade mas também a aprender a língua portuguesa.

Nosso grupo de voluntários tem se esforçado para aprender não somente o francês mas também os demais idiomas falados na terra desses co-cidadãos do mundo. Como já comentando, no Senegal fala-se o Francês. Este é o idioma oficial do país. Mas temos nos esforçado muito em, além do francês aprender o Wolof. Por quê? Porque o Wolof é a língua do coração dos Senegaleses. Língua do coração?

Língua do coração

Chamamos língua do coração o idioma materno da pessoa. Não importa em quantas línguas a pessoa seja fluente. Em geral somente uma será a do coração. Em geral é a língua que a criança cresceu escutando. Ela cresceu escutando seus pais, avós e amiguinhos falando. É essa língua que tocará o coração da pessoa, que mexerá com os sentimentos.

O que acontece muitas vezes é que a pessoa é criada com um idioma, como é o caso do Wolof, mas alfabetizada com outro, como é o caso do Francês, citando-se o caso maior dos Senegaleses. Isso aconteceu e ainda acontece no Brasil quando falamos dos descendentes dos Italianos e dos Alemães. Embora quase todos os atuais descendentes desses povos falem fluentemente o Português, sua língua do coração é em geral o Hunsrik e Pomerisch (no caso dos descendentes Germânicos) ou o Talian (no caso dos descendentes Italianos). É nessa língua que se comunicam com seus pais e amigos. No trabalho, principalmente no caso das comunidades alemãs, é essa a língua que falam entre si. Resumindo: os mais profundos sentimentos de uma pessoa só podem ser mostrados ou trazidos a tona por meio da Língua do Coração.

Nosso objetivo

Criamos esse blog para ajudar brasileiros a aprenderem Wolof com o objetivo de ajudar os Senegaleses e demais falantes da Língua. Também criamos o blog com o objetivo de ajudar Senegaleses a aprenderem o português e a poderem se virar melhor em qualquer país de Língua Portuguesa. Semanalmente publicaremos conteúdos adicionais para auxiliar Brasileiros e Senegaleses no aprendizado de ambas as línguas.

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11 comentários sobre “Quem somos

  1. Olá, meu nome é Paulo e sou Testemunha de Jeová. Gostaria de ter acesso ao glossário de palavras e expressões teocráticas em Wolof para poder contatar alguns senegaleses da minha localidade aqui em Porto Alegre, pois gostei muito dessa iniciativa do blog para ajudar essas pessoas, vi que intenção é ajuda-las para faze-las sentirem-se acolhidas no nosso país.
    Aguardo resposta. Grato.

  2. Olá meu nome é Adriano. Gostaria de parabenizá – los pela iniciativa. Também gostaria de ter acesso as palavras e expressões teocráticas. Morro em Joinville, SC estou em um grupo de língua Kreyòl mas contatei Senegaleses no nosso território achando que eram haitianos. Gostaria muito de contatá- los no idioma deles. Desde já agradeço.

  3. Não me perguntem como encontrei este site, acho que foi orientação divina.
    Agora já baixei a Bíblia e outras publicações. Quando vierem trabalhar no ***** me avisem, quero ir junto.
    Obs: há um site em inglês que trása muitas lições em vídeo (só que é em inglês) e achei bem útil.
    Bom trabalho a vocês. Ba benen yoon.

    • Bom dia Edilson, tudo bem?

      Tu poderias dizer assim:

      Dama bëgg jox kayt bii ngir yaw. Am sa boos la!
      (como se fala: dãma bãg jor cait bí guir iáu. ã ça bós la)
      “Eu gostaria de deixar este folheto com você. Tome ele é seu.”

      ndax danga bëgg sett wideo wii ci wolof?
      (dar danga bãg sét video í ti wolof?)
      Gostaria de ver este vídeo em wolof?

      Um abraço

  4. Olá queridos irmãos.

    Sou o Coordenador do grupo de Francês de Pelotas, e estamos tendo bons resultados com os estrangeiros aqui em nossa cidade. Temos contato com Congoleses, de Benin, Haiti, mas nosso publico alvo na sua esmagadora maioria são os senegaleses.
    Já realizamos algumas reuniões em que eles assistiram, porém notamos que o que toca o seu coração é realmente o Wolof. É claro que realizamos as reuniões em Francês, mas quando “tentamos” ler alguns versículos em Wolof, até aplaudiram no meio do discurso.
    Gostaríamos de saber, como os irmãos tem mais experiencia que a gente, se existe algum cântico já traduzido para o wolof? Se existe os irmãos nos ajudariam a consegui-lo?

    Muito Obrigado, por sua ajuda.

    E que nosso Yexowa Yàlla, os continue abençoando.

    Ton Frère Fabrício.

  5. Sou pioneiro do RJ, hoje servindo em Nova Bassano, na serra gaúcha.
    No nosso território há pelo menos 300 estrangeiros, sendo que 80% desses são senegaleses.
    Estamos nos empenhando em levar a mensagem do Reino também a esses, pois eles merecem ter a oportunidade de escolher a quem servir.
    Agradeço o empenho de vocês.
    Suas matérias tem me ajudado muito.
    Atte, Filipe Nascimento.

    • Olá Filipe! Muito obrigado pelos seu comentário. Nos incentiva muito! Que Jeová abençoe o trabalho do irmão. Venha nos visitar em Caxias do Sul, no pré-grupo Wolof (grupo Francês). Fica no Bairro Bela Vista. As reuniões de final de semana são no domingo, 10h da manhã. Poderás compartilhar experiências conosco. Um abraço!

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